Quem passa algum tempo nos Estados Unidos provavelmente já encontrou uma quadra de pickleball. O esporte cresceu rapidamente no país e conquistou públicos bem diferentes, de jovens que procuram uma atividade para fazer com os amigos a pessoas mais velhas interessadas em continuar se exercitando. Na Flórida, onde atividades ao ar livre fazem parte da rotina durante boa parte do ano, as raquetes também ganharam espaço.

Parte do sucesso está na facilidade para começar. O pickleball mistura características do tênis, do badminton e do tênis de mesa. É disputado em uma quadra menor que a de tênis, com uma rede baixa, raquetes sólidas e uma bola plástica perfurada. Pode ser jogado individualmente ou em duplas, embora as partidas em dupla sejam bastante populares.

A quadra menor e a velocidade da bola ajudam a criar a impressão de que o esporte exige pouco fisicamente. Não é bem assim. Uma partida envolve deslocamentos laterais, freadas, mudanças rápidas de direção e movimentos repetidos com braços e ombros. Para quem joga várias vezes por semana — ou resolve passar horas na quadra depois de um período parado — o corpo sente.

Joelhos e tornozelos entram bastante no jogo

Não é preciso percorrer as mesmas distâncias de uma partida de tênis para sobrecarregar as pernas. No pickleball, boa parte do esforço está nos movimentos curtos e rápidos. O jogador avança em direção à rede, recua e muda de lado em poucos segundos.

Os joelhos participam dessas freadas constantemente. Já um apoio errado durante a mudança de direção pode provocar uma torção no tornozelo. O risco aumenta quando a musculatura ainda não está preparada para a intensidade da partida ou quando o jogador continua em quadra mesmo depois de sentir cansaço.

Panturrilha pode dar um aviso no meio da partida

Arrancadas curtas também exigem bastante das panturrilhas. Uma fisgada repentina na região pode indicar uma distensão muscular, especialmente entre praticantes que começaram a jogar recentemente ou voltaram ao esporte depois de algum tempo.

Nem sempre existe uma lesão. É comum terminar uma sequência de partidas apenas com as pernas pesadas e doloridas. O que não deve ser normalizado é uma dor forte, localizada ou que continua piorando depois do jogo.

Cotovelo e ombro também podem sofrer

As pernas não são as únicas exigidas. Repetir centenas de golpes coloca cotovelo, punho e ombro para trabalhar durante toda a partida. Com o tempo, essa sobrecarga pode provocar irritação dos tendões e dores que começam discretamente.

O incômodo no cotovelo, inclusive, lembra bastante o conhecido “cotovelo de tenista”. Ele pode aparecer não apenas durante o jogo, mas também em tarefas comuns, como segurar objetos ou movimentar o punho.

No ombro, a atenção deve ser maior quando a dor começa a limitar movimentos ou aparece repetidamente depois das partidas. Técnica inadequada, aumento repentino na frequência dos jogos e falta de fortalecimento podem contribuir para a sobrecarga.

O entusiasmo também precisa de descanso

Talvez um dos maiores riscos para quem descobre o pickleball seja justamente gostar demais logo de cara. Como é relativamente fácil aprender as regras e começar a trocar bolas, muita gente aumenta rapidamente a quantidade de partidas sem dar ao organismo o mesmo tempo para se adaptar.

A recuperação acaba ficando em segundo plano. Só que músculos, tendões e articulações precisam descansar, mesmo quando o esporte é praticado apenas por diversão. Aquecimento, fortalecimento, hidratação e intervalos entre os jogos ajudam a diminuir a sobrecarga.

E há uma diferença importante entre aquela dor muscular que aparece depois do esforço e uma possível lesão. Inchaço, perda de força, dificuldade para apoiar a perna, limitação de movimento ou dor intensa e persistente são motivos para interromper a atividade e procurar avaliação profissional.

Crioterapia em Orlando

Com tanta gente entrando nas quadras, cresce também a procura por formas de cuidar do corpo entre uma partida e outra. Em Orlando, a Cryo Wellness trabalha com crioterapia localizada com CO2 como um recurso complementar para recuperação física.

A aplicação é feita diretamente na região que apresenta dor ou sobrecarga e dura cerca de cinco minutos por área. Isso permite direcionar o procedimento, por exemplo, para um joelho que ficou dolorido, uma panturrilha sobrecarregada ou a região do cotovelo e do ombro depois de uma sequência de jogos.

Segundo a Cryo Wellness, a técnica pode auxiliar no alívio da dor localizada, na redução de processos inflamatórios e da rigidez, além de estimular o fluxo sanguíneo e a oxigenação dos tecidos. A ideia não é utilizar o procedimento para esconder uma lesão e voltar à quadra antes da recuperação, mas incorporá-lo aos cuidados com o corpo quando houver indicação.

A empresa atende em sua clínica em Orlando e também oferece serviço móvel, com aplicações em hotéis, casas e apartamentos. A opção acaba atendendo tanto quem mora na região e adotou o pickleball como atividade frequente quanto visitantes que decidiram experimentar uma das maiores tendências esportivas dos Estados Unidos.

O pickleball pode até ser mais acessível para quem nunca segurou uma raquete, mas isso não significa que o corpo deixe de trabalhar. E, à medida que as partidas entram na rotina, cuidar da recuperação pode ser tão importante quanto aprender onde colocar a próxima bola.

Onde fica a Cryo Wellness em Orlando?

A Cryo Wellness fica na 3120 S Kirkman Rd, em Orlando, nos Estados Unidos, funcionando de segunda a sexta, das 8h às 18h.

O site da clínica é cryowellnessorlando.com, o Instagram da Cryo Wellness é @cryo.wellness e o telefone de contato para dúvidas e agendamentos é (407) 486-8558.

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